Chegar na sessão sabendo o que vai votar
A matéria resumida, o que pesa de cada lado e o impedimento técnico separado do resto. No celular, na bancada, funcionando mesmo com o sinal ruim do plenário.
Ver o que chega para votarPara gabinetes de vereador
Plataforma de Inteligência Legislativa
O LegislaPRO organiza o gabinete pela urgência do prazo, escreve na fórmula da sua Câmara e responde o Regimento com o artigo na tela. A decisão continua sendo sua, em todas elas.
Funciona em qualquer município, com ou sem integração com o sistema da Câmara.
Art. 108:citado literal, da sua Câmara.3 caminhos:na triagem. Nenhum deles recusa.Não fomos nós que descrevemos o problema. Foram vereadores e assessores de câmaras municipais, nas palavras deles.
“A maioria manda o pedido para a prefeitura e acabou, ninguém fica mais sabendo de nada.”
Fica ruim com a população: ‘o senhor listou a demanda e dane-se’.
“A gente fica entrando o tempo todo no sistema para ver se tá atrasado ou não.”
“Tudo é feito de forma manual.”
Tem que ler todo o projeto de lei. Todo, todo, todo, até o final.
“Às vezes leva 5 dias, 7 dias”
pra assessoria da Câmara responder qual documento a gente tem que fazer.
“Um vereador não recebe uma demanda. Ele recebe 300 demandas, 500 demandas.”
Não vai saber quais são, vai se perder no meio do limbo.
“É humanamente impossível fazerem tudo, e tem que fazer.”
Para os outros é luxo, para eles é necessidade.
O sistema foi desenhado para o gabinete que tem um assessor, e às vezes nenhum.
A matéria resumida, o que pesa de cada lado e o impedimento técnico separado do resto. No celular, na bancada, funcionando mesmo com o sinal ruim do plenário.
Ver o que chega para votarA fila se organiza sozinha pelo que está vencendo. O texto sai pronto no formato da sua Câmara. E o gabinete continua atendendo mesmo quando não tem ninguém na sala.
Ver como a fila se organizaUm endereço, sem baixar aplicativo e sem criar conta, onde ele conta o que precisa. O pedido entra na fila do gabinete com prazo correndo, não numa caixa de mensagens.
Ver o gabinete onlineCinco coisas, e todas elas terminam com uma decisão sua.
O que chega ao gabinete não vem em ordem de chegada. Vem em ordem de urgência.
Primeiro o que já venceu, depois o que vence esta semana, depois o que ninguém triou ainda. O relógio começa a correr quando o pedido é protocolado, não quando foi anotado.
Não é minuta genérica.
O sistema lê o Regimento Interno e a Lei Orgânica do seu município e escreve na fórmula que aquela Casa aceita, citando os artigos de lá. O catálogo de instrumentos também é o da sua Câmara: ele só oferece o que ela recebe.
Cole a matéria ou envie o PDF, a foto ou o print.
Volta o que ela faz na prática, o que pesa a favor, o que pesa contra e, separado e antes de tudo, o que é impedimento técnico: quórum especial, vício de iniciativa, conflito com a Lei Orgânica.
No meio da sessão, com segundos para reagir.
Conte o que está acontecendo e receba se aquilo é regular, com o dispositivo literal do Regimento da sua Casa. A mesma coisa para a Lei Orgânica, antes de protocolar, para descobrir que a matéria é do Prefeito agora, e não semanas depois pelo jurídico.
Um endereço público que você divulga onde quiser.
O morador conta o que precisa em quatro campos e um botão, sem conta, sem aplicativo, sem senha. O pedido cai na sua fila marcado como vindo do link, para o gabinete saber que ninguém conferiu aquilo ainda.
O mesmo pedido, do começo ao fim, sem ser redigitado em lugar nenhum.
Pelo link, pelo telefone ou no balcão. Em qualquer caso vira o mesmo registro, com nome, contato e o que ele pediu.
A triagem define o caminho e o relógio começa quando o pedido é protocolado, preservando a duração que você escolheu.
O relato do morador atravessa para a voz do vereador, dirigido ao Executivo, sem expor o nome de quem procurou o gabinete.
Do protocolo ao desfecho, passo a passo, mostrando há quantos dias está parado. Veto não encerra nada: o projeto ainda está vivo.
Blumenau
Balneário Camboriú
Indaial
Itapema
Penha
Barra Velha
Bombinhas
Ilhota
Luiz AlvesEsta parte importa mais que a anterior. Um sistema que decide pelo gabinete é um risco com a sua assinatura em cima.
Ele resume, separa o que pesa de cada lado e aponta impedimento técnico. Recomendar voto é posicionamento, e posicionamento é seu. O sistema é impedido de sugerir voto. A regra está escrita no código.
Se o que você quer propor tem vício de iniciativa, o aviso vem junto e nomeia o dispositivo, mas o texto sai completo e com a mesma qualidade. Propor sabendo do risco é escolha legítima.
Nenhum pedido é julgado pelo sistema. Pode chegar o que for: quem decide o que fazer com aquilo é o gabinete.
Cada Câmara tem o seu sistema, e não existe integração de envio. O texto sai pronto para copiar; quem protocola é você, e o número volta para cá.
A inteligência artificial sugere e organiza. Conferir é obrigação de quem assina, e quem assina é o vereador.
Nada atravessa de um gabinete para outro. Nem entre aliados, nem entre vereadores do mesmo partido.
O LegislaPRO é desenvolvido pela Fluxium, empresa brasileira de tecnologia, e foi construído junto com vereadores e assessores em atividade, não a partir da ideia que se faz de um gabinete de fora dele.
Cada tela nasceu de uma dificuldade descrita por quem faz o trabalho: a fila que se ordena pelo prazo porque alguém contou que conferia o vencimento na mão, o link do morador porque a assessora precisa fechar o gabinete para ir à rua, o artigo literal na consulta porque o vereador vai ler aquilo em voz alta, em público.
A inteligência artificial sugere. Quem decide é o parlamentar.
Os dois planos têm o produto inteiro: nenhum recurso é bloqueado por preço. O que muda é a margem de uso do mês e o tamanho da equipe. Assinatura por gabinete, não por pessoa.
Para o gabinete que está começando a usar inteligência no dia a dia.
O produto inteiro, sem recurso bloqueado
O que muda neste plano
Para o gabinete que produz em volume: mais projetos, mais análises e mais consultas por semana.
40% mais margem de uso, pelo mesmo produto
O que muda neste plano
Nos dois planos, sem exceção
Dois vereadores da mesma cidade podem ser clientes ao mesmo tempo, inclusive adversários. O que separa os dois gabinetes não é promessa nossa: é o desenho do banco de dados.
Cada consulta ao banco já chega recortada pelo gabinete de quem perguntou, por política do próprio Postgres. A tela não precisa filtrar nada, e nada depende de alguém lembrar de filtrar numa tela nova.
A legislação do município é pública, entra uma vez e serve a todos os gabinetes da cidade. Demanda, morador, texto e análise pertencem a um gabinete só.
A equipe do gabinete entra por convite seu, com prazo de validade, e sai quando você quiser.
Que temos selo ou certificação de LGPD. Não temos, e preferimos dizer isso a exibir um selo que ninguém auditou. O que existe está descrito acima e pode ser conferido.
Conte em que cidade você atua e a gente prepara a legislação do seu município para você ver funcionando com as suas normas.